Telecentros – Infocentros

Weblog sobre Telecentros, Infocentros e Inclusão Digital

2 – O Telecentro/Infocentro e a comunidade

O papel da comunidade em um Telecentro

A intensa participação da comunidade é a condição essencial para o sucesso do projeto. Afinal, não faz sentido um projeto de inclusão digital voltado para poucos.

O envolvimento da população se dá não só através do uso do equipamento e da participação em atividades, mas, inclusive, da administração do Telecentro/Infocentro.

As regras de uso do Telecentro/Infocentro podem, em alguns formatos, ser decididas por um Conselho Gestor, composto por representantes da comunidade local. Os membros do Conselho Gestor são eleitos periodicamente para fiscalizar o funcionamento do Telecentro/Infocentro e sugerir melhorias.

São direitos da comunidade

• Realizar projetos comunitários com o uso de tecnologia da informação;
• Organizar cooperativas e incubadoras de informática;
• Gerir coletivamente o espaço;
• Disseminar livremente as informações geradas pela própria comunidade; e
• Criar projetos e cursos diversos.

Como a população pode usar o Telecentro

O uso dos equipamentos proporciona ao/a cidadão/ã a oportunidade de aprender a utilizar a tecnologia.

• Navegar livremente pela internet;
• Fazer pesquisas;
• Ler notícias;
• Produzir conteúdos;
• Participar de salas de bate-papo;
• Jogar on-line;
• Digitar documentos e currículos;
• Enviar e receber e-mail;
• Educaçao à distância;
• Outros.

Informática livre

Cursos que apresentem, em linguagem simples, o básico da informática, capacitando cidadãos e cidadãs para um uso autônomo da máquina e aos aplicativos mais utilizados de um computador.

Vantagens para toda a população

O Telecentro proporciona uma capacitação técnica que possibilita a inclusão dos usuários e usuárias no mercado de trabalho, mediante o aprendizado teórico e pratico da informática.

Capacita os usuários da terceira idade para o uso das mais novas tecnologias digitais, franqueando-lhes o acesso a um novo universo de conhecimento, algo impensável até bem pouco tempo atrás.

Requalifica o espaço do entorno da unidade, pelo aumento do fluxo de pessoas nas ruas da região.

Permite identificar de forma clara e objetiva, as carências educacionais e sociais da região beneficiada, para poder apresentar produtos e serviços que possam supri-las ou as minimizem.

Diminuição dos índices de exclusão digital e social.

 
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